Bem-vindos aos feeds!

Oi gente!

Vocês sabem o que é um feed e como podemos utilizá-lo? Pois bem, vamos explicar tudo para vocês.

O feed é um recurso que permite agregar o conteúdo de diferentes portais de notícias ou blogs em um mesmo local, com o objetivo de facilitar a leitura. Ou seja, é um formato de dados que possui seu conteúdo atualizado com frequência e é você, usuário, que escolhe todos os sites ou blogs que quer receber como conteúdo.Como fazer isso? Cada portal que distribui informações oferece o link do seu RSS, que vai ser cadastrado em um programa próprio de leitura, de sua escolha. O google reader (www.google.com/reader) é um exemplo de programa, assim como o bloglines para blogs (www.bloglines.com).

Não só esses formatos citados são comunicados por feeds, mas também podem ser arquivos de áudio, podcasts e vídeos.

Assim, o usuário acompanha sempre novos artigos e conteúdos publicados em sites e blogs e a grande novidade é que não é necessário entrar na página de cada um, pois eles aparecem agregados no programa a se escolher.

Uma grande vantagem é o fato de que o usuário não precisa dar seu e-mail ao distribuidor, podendo se preservar em relação a eventuais spams e vírus possíveis. Além disso, pode-se organizar os conteúdos criando pastas, dividindo-os por assuntos ou como se preferir.

Mas o que é um RSS? É o formato em que o conteúdo então padronizado é distribuido. A relação com o feed é que os endereços que distribuem notícias no formato RSS também são conhecidos como feeds: simples, não? Além desse, existem outros formatos de feeds, como RDF e Atom.

E aí, gostaram? Nós achamos super legal esse recurso, pois ajuda a otimizar o tempo e organiza os conteúdos de interesse personalizados como queremos. E quem não gostaria de reunir centenas de informações em um único lugar, sem ter que ficar precisando “pular” de um site para outro? E não é só no computador, hein? É possível utilizar esse recurso em tablets e smartphones também!! Corram para fazer o seu! Fica a dica!

Um exemplo para vocês terem uma ideia de como funciona:

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Era da exposição: da essência ou de uma máscara?

Bom dia, gente!

Hoje vamos falar sobre o texto “Exposição x Geolocalização”, do nosso professor Eric Messa. Discutindo e analisando o processo que aos poucos evidenciou a exposição pública a um nível extremo, como o encontrado atualmente em redes sociais, por exemplo, Messa aponta algumas questões e informações pessoais que foram se tornando quase um “bem comum” ao público, este que nem sempre pode ser controlado e selecionado por aquele que está se expondo. Dois fatores, segundo o autor, são os fundamentos dessa necessidade de aparecer: o caráter narcísico e egocêntrico da sociedade e o desenvolvimento das culturas da colaboração e da participação.

Em meio a esse contexto, Messa entra na questão do recurso da geolocalização, o qual é dado por diversas ferramentas que estão sendo disponibilizadas ao longo dos anos e elaboradas com a capacidade aumentada do desenvolvimento tecnológico. Esse recurso é capaz de indicar onde está o usuário geograficamente, tanto dando check in com uma opinião sobre estabelecimentos públicos, como o Foursquare, quanto o Google Latitude, que posiciona o usuário no mapa constantemente – ambos a partir da tecnologia do GPS.

Assim, o autor questiona quais seriam os limites entre público e privado em meio a uma Era da exposição que informa a milhares de pessoas informações pessoais e muitas vezes até íntimas sobre o usuário.

Na nossa opinião, a Era da exposição está tentando cada vez mais extrapolar seus limites, retirando a intimidade do público e evidenciando aspectos que muitas vezes nem deveriam ser exibidos a todos os “amigos” da rede. Por mais que a vontade de se expor (existente desde tempos primórdios) do ser humano seja agora possibilitada e dada de acordo com sua vontade, não se está tendo controle das consequências negativas que isto pode causar. Não há forma exata de se mensurar esses efeitos, mas acreditamos que o BOM SENSO é o único jeito de deter pessoas que exageram na sua exposição. Afinal, há detalhes que nem todos querem ver. Que nem todos são obrigados a ver, e que acabam aparecendo mais do que deveriam, tirando o mistério e a curiosidade das pessoas de se conhecerem pessoalmente, pois já pensam que sabem tudo sobre o outro. E, nesse sentido, é importante ressaltar que, no mundo virtual, todos vestem a máscara que quiserem, amparados pelo anonimato e pela falta de “olho no olho”, o que pode encorajar muitos a quererem se tornar uma “figura pública virtual” e enfraquecer a coragem e moral que se deve ter AO VIVO.

Outro fator muito importante é a falta de segurança que a geolocalização, por exemplo, pode causar. Atualmente, é fundamental a preservação de informações pessoais, pois, essas, se expostas erroneamente, são capazes de colocar vidas em risco em meio a pessoas que possuem interesses muito diversos do que pensamos que possuem. Apesar disso, são notáveis os benefícios que a participação coletiva e a cultura da colaboração trazem, evoluindo em tempo recorde uma forma de comunicação que só tende a melhorar e desenvolver a inteligência humana.

Portanto, vamos resumir em uma palavra o que se deve ter na Era da exposição: EQUILÍBRIO.

O que vocês acham disso? Concordam?? Comentem!!

Share a Coke

A campanha Share a Coke (compartilhe uma Coca) foi lançada pela Coca-Cola da Austrália. Com um orçamento de 5 milhões de dólares, foi feita a edição limitada de garrafas e latas com a impressão dos 150 nomes mais populares do país nos rótulos, incentivando as pessoas a, quando encontrarem uma garrafa que contenha seus nomes, dividirem a Coca com um amigo.

A duração da ação é até dezembro e foram preparadas 268 milhões de garrafas e latas. Além disso, os shoppings centers contarão com 18 quiosques onde o consumidor vai poder personalizar sua embalagem se seu nome não estiver entre a seleção de nomes.

A ação também foi fortificada nas redes sociais. No Facebook, por exemplo, pode-se criar uma lata personalizada de Coca-Cola e “compartilhar” com os amigos. Além das redes sociais, três anúncios de TV estão sendo veiculados, promovendo assim os 150 nomes mais comuns no país, como: Matt, Luke e Kate.

Nós achamos essa campanha muito eficaz por atingir diretamente o target dando exatamente o que ele mais precisa atualmente: uma identidade. Essa forma personalizada das latas e garrafas faz com que o consumidor se sinta especial e ainda promove a marca pelo compartilhamento sugerido. A Coca realmente é pioneira em ações emocionais e que incentivam a felicidade e amizade.

Vejam o vídeo da ação e SHARE A COKE!!! =)

Campanha publicitária usa pela primeira vez o Pinterest

 

Oi gente!

Uma ação muito bem sucedida foi feita pela empresa Kontex (de absorventes femininos), que resolveu utilizar o Pinterest como arma da sua campanha publicitária. A marca já faz frequentemente ações de marketing no Facebook e Twitter, e optou então por investir no Pinterest, rede social que está crescendo muito em 2012, ultrapassando em número de acessos sites como Linkedin, Google+ e Tumblr.

A ação foi feita em Israel com a ajuda da agência israelense Smoyz. Cinquenta mulheres foram selecionadas com boards criativos e perfis que se assemelhavam ao target do produto. Uma caixa com alguns pins e objetos que elas marcaram como interessantes na rede foi recebida por cada uma em sua casa. Isso serviu para ressaltar a ideia da campanha de que toda mulher é única, pois foi um presente diferente e personalizado.

O objetivo desta ação da Kontex foi criar reação espontânea em cada presenteada e foi completamente atingido. Quase 100% tirou fotos do presente e postou no Pinterest, o que fez com que a repercussão fosse enorme e muitos comentários positivos se disseminassem, num total de 694 mil impressões.

Além do Pinterest, as fotos acabaram sendo postadas no Facebook e no Twitter, o que expandiu a campanha para outras redes e abrangeu o conhecimento.

Muito boa a sacada, não acham?? Que mulher não gostaria de receber coisas de seu interesse pessoal? Além disso, quem é que não gosta de ganhar um presente?!

Aqui segue o link do vídeo explicando a ação. Vejam que legal!!!

Profeta do iPocalipse

Olá,

Hoje faremos uma análise crítica e opinativa sobre o texto “Profeta do iPocalipse”, de Bernardo Esteves, da Folha de São Paulo.

O texto se trata de uma análise sobre a atenção das pessoas perante aos textos hoje em dia, relembrando como este mesmo ato era feito antigamente. Em sua grande maioria, o texto foca no fato de que a desatenção e falta de foco são os dois pontos principais referentes à leitura de textos atualmente.

Diversas opiniões são citadas, as quais refletem sobre o livro de Nicholas Carr, e enquanto algumas concordam com o autor e alegam que a internet atrapalha o foco das pessoas e faz com que elas se dispersem mais facilmente, outras apoiam a ideia de que a explosão de estímulos da internet faz com que os leitores reforcem a memorização e não se dispersem e se percam neste mundo de “links e textos grandes”, como diz Nicholas Carr.

Enquanto o autor defende a ideia de que estamos nos tornando cada vez mais rasos perante a conteúdos mais eruditos, graças à web que, para ele, está ” formando leitores incapazes de manter a atenção sustentada e de processar textos de fôlego”, cita o fato de que atualmente estamos retrocedendo a um tempo onde a leitura, de fato, era uma coisa que só poderia ser feita por pessoas cultas, letradas e em grande minoria perante à sociedade.

A web realmente é algo muito polêmico. Os conteúdos encontrados nela nem sempre são bons e em sua grande maioria não se comparam a conteúdos encontrados em livros e enciclopédias, por exemplo. Porém, não deixa de ser algo extremamente funcional e que também nos proporciona informações preciosas em um espaço de tempo muito mais curto.

Sendo assim, acreditamos que a web continua sendo super importante e caso seja necessário complementar alguma informação, cabe ao leitor buscá-la em outros meios. A internet cumpre sua função muito bem e não deveria ser tão criticada. Em relação à dispersão, acreditamos que o grande culpado seja o tempo, as atividades, o mundo de hoje no geral, que é bastante diferente de antigamente, onde as pessoas não tinham tarefas muito diferentes além de ir à Igreja, à praças, trabalhar e ler (quando tinham condição e acesso). Portanto, colocamos outra questão: não seria a internet um reflexo do mundo atual? Um mundo que exige rapidez, muita informação e muitas opiniões?

E você, o que acha sobre este assunto? Será que a internet ajuda ou prejudica? Será que perdemos o foco por conta dela ou por conta do ritmo de vida de hoje em dia? Deem suas opiniões !

Por uma Páscoa sem peso na consciência

A POLARIS Brand Design & Development decidiu criar uma embalagem de Kiwi para Kiwi. Como assim?

Explicamos: a  fruta Kiwi é originária da China, a ave Kiwi é da Nova Zelândia e a criação da embalagem foi desenvolvida por designers ucranianos. Interessante, não? Uma sugestão um tanto quanto peculiar para dar de presente a quem está enfrentando uma dieta rigorosa, e não pode comer nenhum tipo de Ovo de Páscoa tradicional.

Que  a embalagem é bonita e chama atenção, não há dúvidas. Mas queremos saber se você compraria essa fruta pela embalagem ou, no mínimo, a notaria melhor. Feliz “slim” Páscoa a todos.

Coca Cola sem cafeína- durma bem, mas cuidado!!!!

Olá gente!

Hoje vamos apresentar uma proposta de uma estratégia de comunicação para a nova Coca Cola sem cafeína no Brasil.

Visando ressaltar a ideia de que a ausência de cafeína possibilita uma noite relaxada e tranquila de sono, utilizamos os meios digitais como transmissores da comunicação da Coca, com o intuito de popularizar esse conceito de uma forma interativa e inustitada, para que assim haja propagação espontânea da ação.

A nossa proposta de campanha abrange a diversão e participação dos usuários online. A ideia é: a pessoa manda o número de celular de algum amigo, namorado ou familiar para o site oficial da Coca e grava uma mensagem de até 5 segundos para despertar o outro no meio da madrugada ou na hora em que desejar. Isso será feito com a mensagem sendo ouvida ao se atender o celular. Assim, em meio a uma noite tranquila, o “colega” será acordado de forma inusitada e inesperada, sendo surpreendido pela pessoa e dando mais valor para uma noite de sono sem interrupções (sem cafeína). No fim da mensagem gravada, há a seguinte frase: “Nova Coca Cola. Agora sem cafeína. Você até vai precisar de alguém para te acordar”. Os números de celular enviados serão registrados, de modo que o despertar só ocorra uma vez com a pessoa.

Deste modo, o meio digital do celular é o principal a veicular a campanha. Além disso, utilizaremos o Transmedia Storytelling (que é uma ação veiculada em diversas plataformas que se complementam), pois a ação será divulgada no youtube através de um vídeo com exemplos de maneiras para acordar a pessoa desejada (“acoooorda vagabundo”, “bom dia, amor”, etc).

Depois de um mês recolhendo os números e executando a ação, haverá uma chamada no site dizendo: “Você também foi acordado? Conte para nós como foi e quem foi o “queridinho” que fez isso com você!!!!”. Assim, as pessoas acordadas serão convidadas a dar um rápido depoimento de até 1 minuto contando como foi essa experiência. Isso será possível de ser gravado durante a ação e até um mês após seu término.

Também existirá uma página no Facebook divulgando a ação e reforçando a ideia de que com Coca Cola sem cafeína você pode despertar quem você  achar que está precisando.

Por último, no Youtube haverá um vídeo juntando os melhores depoimentos e divulgando ainda mais o produto.

Isso fará com que a propagação seja espontânea, visto a interação do usuário/ consumidor e, ao mesmo tempo, a diversão proporcionada pela brincadeira e pelos diversos meios utilizados.

E aí, gostaram? Que tal acordar aquele amigo que te sacaneou esses dias ou fazer uma “homenagem” a sua namorada??

Comentem, queremos saber a sua opinião!!!!

A conversação global e a blogosfera

Oi gente!

Hoje vamos falar sobre dois textos: “Manifesto Cluetrain” e o capítulo 9 do livro “Blog”.

O “Manifesto Cluetrain” se refere a um novo tipo de mercado, o da conversação. Ressaltando a voz humana e seu calor, familiaridade, originalidade e reconhecimento imediato do “outro”, o Manifesto fala sobre a importância das conversações globais no mundo online, que são “novas maneiras de compartilhar rapidamente conhecimento relevante”. Criticando a linguagem adotada pelas empresas, como por exemplo jargões e promessas de uma missão idealista, percebe-se que a empresa que não se adaptar a essa nova forma de relacionamento será praticamente exonerada do mundo dos negócios. Em outras palavras, mais diretas: irá à falência. Além disso, é muito importante notar que atualmente as relações chefe-funcionários e funcionário-funcionário são muito diferentes de antigamente. O organograma, segundo o Manifesto, não é mais hierárquico, e sim hyperlinkado. Isso demonstra a interconexão entre funcionários e também com o mundo afora, distante dos assuntos típicos sérios, profissionais e formais.

A palavra chave de tudo isso é a rede, a conexão entre usuários e entre mercados e empresas, que proporciona um nível mais rico de informações e traz um relacionamento direto com quem quer que seja (pessoa física ou jurídica). Todo esse fenômeno está ligado à quebra da mídia de massa, na qual toda a informação provinha de um emissor para inúmeros receptores, sem possibilidade de interatividade. É salientado também o fato de que as informações de empresas devem ser de fácil acesso ao público, sem maiores reservas, afinal, esta é a Era da Informação. Juntando tudo isso, conclui-se com o papel de produtor que o mercado acabou assumindo, sendo tão ou mais importante do que os produtores iniciais (empresas) e isso também pode ser comprovado pois o público que é o possuidor da “fonte de alimentação” ($) das empresas e é, portanto, a SUA escolha que vai fazê-las dar certo ou não.

Todo o Manifesto relaciona-se com o livro Blog, que seria a prática de toda essa conversação global e diálogo citados anteriormente. O blog é um “local virtual” onde opiniões e contato direto são muito apreciados pelos leitores, que são os responsáveis por dar status, recordes de acesso e vivem nesse mundo mais pessoal. Além disso, quer exemplo mais certo de uma linguagem humana calorosa e divertida do que a dos blogs? Os blogs são a maior prova de que os consumidores, leitores ou receptores estão muito mais no mundo quente, pessoal e íntimo do que na seriedade e sigilo de informações que eram comuns antigamente. Prova disso é que o blogueiro pode ser uma pessoa qualquer e, se popular, se torna um grande formador de opinião, influenciando muitas pessoas e podendo também “derrubar” empresas e marcas que não aderiram a esse fenômeno, a essa linguagem, a esse contato direto.

Segundo o capítulo, no blog o “texto pode fazer maravilhas pela reputação e produzir discípulos. Demonstre habilidade e reflexão, e você irá atrair muitos leitores e seguidores”. Por último, é ressaltada a oportunidade de uma publicidade gratuita que o mundo dos blogs traz, especialmente se sustentada por verdadeira reciprocidade, o que volta a se relacionar com o Manifesto, ressaltando a importância e influência do “outro”, do seguidor e/ou receptor, na vida de um fornecedor, empresa ou produto.

Particularmente, acho o Manifesto muito interessante e atual, principalmente quando relacionado à blogosfera, pois esse é um fenômeno que está acontecendo. É óbvia a popularidade que a “falta de formalidade” da linguagem acarreta, gerando seguidores, fãs, consumidores e até mesmo colaboradores, quando esses viram produtores. Na Era Digital, a sede por informação é a matriz de ambos os textos e eu concordo com isso, pois atualmente ninguém está satisfeito com um jargão ou políticas que parecem mais “bonitas” de uma empresa, todos querem tentar saber TUDO que é possível e de opiniões pessoais sobre todos os assuntos. E, o mais importante de tudo isso é a força que o mundo virtual vem conquistando a cada dia, fazendo com que as pessoas se unam por causas, ideais e postulações que navegam por aí.

O único adendo que deve ser feito em meio a isso é que, muitas vezes, informações não verídicas são espalhadas numa velocidade impressionante e, até que se prove o contrário, pode ser tarde demais, e alguém/ empresa corre riscos de ser muito prejudicado. Não se deve acreditar em tudo que se lê e se vê na web. Blogs são divertidos, passam informações com suavidade e a “linguagem humanizada” é sempre bem vinda, contanto que as informações sejam VERDADEIRAS. Não acham?

Alguns links que falam mais sobre o Manifesto Cluetrain:

http://buzzine.info/46/node/53

http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/manifesto-cluetrain-a-internet-e-o-mercado/34772/

http://www.trezentos.blog.br/?p=4510

Pode ser ?

Pois é, só de ler este título creio que já se lembraram de alguma marca, não é? SIM, A PEPSI!

A sacada dos criadores da campanha “Pode ser” da Pepsi foi realmente incrível. No Brasil, a Coca Cola ainda é a primeira opção e sempre que um restaurante não possui este produto, mas sim Pepsi, o garçom diz “pode ser Pepsi?”. Foi usando o fato de não ser a preferida que a Pepsi acabou ficando na mente das pessoas e gerando até certas brincadeiras relacionadas ao tema “pode ser”.

A campanha lançou neste último sábado, 24 de março, mais um comercial, com o tema casamento. Este promete ser mais um grande sucesso e fazer o “pode ser”continuar por muito tempo na cabeça dos brasileiros, fazendo a Pepsi crescer cada vez mais no mercado.

Vejam o comercial e comentem a respeito, queremos saber a opinião de vocês leitores!

Possuir ou acessar?

¨A web também é um bem comum social. A web não é igual às vias públicas, que são “possuídas” pelo povo, mas, em termos de acesso e uso públicos, a web é um tipo de bem comum¨
(Kevin Kelly)

O texto MELHOR QUE POSSUIR é do autor Kevin Kelly, que acredita que os bens materiais um dia desapareceram para dar lugar aos bens comuns, que dependem da demanda de um fluxo feito por usuários virtuais em que o uso se tornará uma propriedade.

Kevin afirma que a desmaterialização de todos os bens cooperando na diminuição de seus bits está tornando os bens materiais cada vez mais inatingíveis. Porém, a posse de uma cópia, por exemplo, em PDF, acaba sendo menos importante no sentimento de posse do que o preço. Acreditamos que o que foi gratuito não pode nos pertencer porque fazemos parte de uma sociedade que gira em torno de pensamentos capitalistas – não há sentimento de posse. Não usamos o termo “aluguel” para o uso dos bens porque associamos esta palavra a coisas e não a serviços.

Alugamos vestidos de noiva e até mesmo companhias, mas estranhamos se o assunto é alugar algum serviço da Internet. A propriedade legal pode residir na companhia de aluguel, mas a  propriedade de uso é mantida pelo grupo que pega emprestado o bem ou o serviço. O que o autor quer é que questionemos o por quê de possuir algo se temos acesso instantâneo, constante, durável e completo a isso?

Kelly fecha seu texto com a seguinte frase: ¨O acesso deixa a posse para trás. Acessar é melhor do que possuir¨. O autor só esqueceu que ainda falta muito para que todos se desacostumem com o complexo de posse. O Brasil, por exemplo, ainda é um país novo e relativamente escasso de tecnologia, se comparado com países mais desenvolvidos. A inclusão digital está crescendo aqui, porém grande parte da população não é instruída o suficiente para virar criadora de conteúdo.

Será que um dia estaremos realmente prontos para deixar de lado nossa sede por posse? O que você acha?